Formada em Psicologia (2008) e Filosofia (2015) pela UFES, é também Mestre em Psicologia (2011) pela UFES e Psicanalista. CONSULTÓRIOS de PSICOLOGIA e PSICANÁLISE Psicóloga Glenda Almeida Pratti CRP 16/2363 - Sedes em SERRA (Feu Rosa) e em VITÓRIA (Santa Lúcia) ES - Atendimento Clínico à Crianças, Adolescentes, Adultos e Idosos - Acompanhamento e orientação familiar - Sessões Individuais e Grupos Terapêuticos - E-mail: glendapratti@gmail.com - Telefones: (27) 9818 0748 whatsApp
Inscrição no Conselho Regional de Psicologia nº: 16/2363
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020
O LUGAR DO DESENHO NA OFICINA TERAPÊUTICA
O LUGAR DO DESENHO NA OFICINA TERAPÊUTICA DE AUTOCUIDADO
A folha em branco, como a vida
Se desdobra em infinitas possibilidades de expressão
De si,
Por si
Em si.
O traço que não é só cor
Pode ser demonstração de
força ou leveza
Insegurança ou presteza
Clareza ou indecisão
O risco
Que pode ser
Dinâmico ou fixo
Rígido ou maleável
Movimento ou estabilidade
Não precisa
Ser uma coisa ou outra
Ele pode ser tudo junto
Numa coisa só:
Limite e liberdade
Espaço e tempo
Juntos
no traço
contando a sua verdade
Que se tornam transitórias
Quando através do tempo
Vemos nosso traço mudar,
se aperfeiçoar
E com ele também
O nosso olhar,
Sobre as coisas e a vida,
mudar.
A cor que não é só pigmento
É pensamento, sentimento
Crença, emoção
Quebras de prisão
Produção.
É luta, respeito, permissão
De errar, acertar, mudar
Criar, construir o olhar
Ou até mesmo "derrubar"
O que construímos quando com a borracha
Decidimos apagar
No desenho, concretizamos
Nossa visão de mundo
A peculiaridade do olhar
A singularidade do si
A permissão de olhar,
sonhar
E realizar.
@glendaalmeidapratt
Glenda Almeida Pratti
Psicóloga e Psicanalista
Facilitadora da oficina terapêutica "Autocuidado: Construindo atenção, gentileza, carinho e afeto consigo mesmo".
Data: 16/02/2020
14h-18h
Local: Espaço LUZ (Mata da Praia)
Maiores informações Whatsapp: 27 99818-0748
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Quais são seus sonhos?
Por: Glenda Almeida Pratti
Uma
pergunta simples que para alguns, pode ser muito difícil de responder. É que
nem sempre temos clareza do que sonhamos como algo bom para nós mesmos. Em meio
a tantos discursos sociais, políticos, econômicos e até morais, sobre o que se
deve ou não seguir na vida, fica difícil sustentar o próprio sonho.
Nem
sempre sonhamos com o que é considerado “normal” ou “padrão” de desejo em nossa
sociedade. Às vezes, em uma família de advogados, eis que surge um filho cujo
desejo, é ser cantor, ou abrir uma padaria. É como se essa pessoa tivesse
quebrando uma regra, fazendo a coisa errada, descendo o nível. Mas... que
regulação é essa de certo e errado? É o desejo de quem que está em jogo?
Alguns,
conseguem vencer as barreiras impostas e sustentam a sua causa. Já outros, não
conseguem sair do conflito. O problema não é estar em conflito consigo mesmo ou
com os outros - o conflito faz parte das relações, pois ninguém é igual a
ninguém, sendo por isso comum, o choque de opiniões, de valores e comportamentos.
O problema pode estar no modo como se lida com o conflito. Alguns, encaram de
frente, mas não sem sofrimento e nem dificuldades. Tanto que às vezes, torna-se
muito complicado “segurar a barra” sozinho. Outros recuam e embarcam nos sonhos
dos outros durante toda uma vida - o que por si só, não é um problema também, depende
de como a pessoa se vê nesse lugar; Mas há aqueles que não encaram e nem recuam,
estes estão parados no mesmo lugar.
Não se permitem dar um passo à frente, e
nem aceitam recuar. Estão paralisados na linha de combate! Ou seja, na linha de
conflito. Utilizando-se da metáfora da guerra, paralisar-se na linha de combate,
é complicado e perigoso, pois você sofre ataque tanto dos “inimigos” quanto dos
“aliados”.
Não
é à toa que as pessoas usam a palavra “sonho” para falar de um grande desejo na
vida. A representação de um sonho traz consigo a ideia de dificuldade e até de impossibilidade
de realização para o momento em que se sonha. Por isso mesmo é tão difícil acreditar
quando um sonho acontece ou se realiza. Os sonhos são pessoais; mesmo os
semelhantes, possuem representações individuais. Desse modo, talvez não se
trate da existência de um sonho fora do padrão, mas sim de uma representação de
sonho fora do contexto do seu significado.
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