Formada em Psicologia (2008) e Filosofia (2015) pela UFES, é também Mestre em Psicologia (2011) pela UFES e Psicanalista. CONSULTÓRIOS de PSICOLOGIA e PSICANÁLISE Psicóloga Glenda Almeida Pratti CRP 16/2363 - Sedes em SERRA (Feu Rosa) e em VITÓRIA (Santa Lúcia) ES - Atendimento Clínico à Crianças, Adolescentes, Adultos e Idosos - Acompanhamento e orientação familiar - Sessões Individuais e Grupos Terapêuticos - E-mail: glendapratti@gmail.com - Telefones: (27) 9818 0748 whatsApp
Inscrição no Conselho Regional de Psicologia nº: 16/2363
quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Cada oficina, uma produção.
A partir de cada produção, se faz elaborações.
A partir de cada nova elaboração, a construção de novos modos de se estar na vida!
quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Ajuda psicológica
Lute por você!
Se precisar de ajuda, conte comigo!
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quarta-feira, 11 de setembro de 2019
Sofrimento Emocional
Não espere ultrapassar o limite.
Procure um profissional.
Ele poderá lhe ouvir de um modo diferenciado.
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quinta-feira, 6 de outubro de 2016
sexta-feira, 27 de novembro de 2015
Quais são seus sonhos?
Por: Glenda Almeida Pratti
Uma
pergunta simples que para alguns, pode ser muito difícil de responder. É que
nem sempre temos clareza do que sonhamos como algo bom para nós mesmos. Em meio
a tantos discursos sociais, políticos, econômicos e até morais, sobre o que se
deve ou não seguir na vida, fica difícil sustentar o próprio sonho.
Nem
sempre sonhamos com o que é considerado “normal” ou “padrão” de desejo em nossa
sociedade. Às vezes, em uma família de advogados, eis que surge um filho cujo
desejo, é ser cantor, ou abrir uma padaria. É como se essa pessoa tivesse
quebrando uma regra, fazendo a coisa errada, descendo o nível. Mas... que
regulação é essa de certo e errado? É o desejo de quem que está em jogo?
Alguns,
conseguem vencer as barreiras impostas e sustentam a sua causa. Já outros, não
conseguem sair do conflito. O problema não é estar em conflito consigo mesmo ou
com os outros - o conflito faz parte das relações, pois ninguém é igual a
ninguém, sendo por isso comum, o choque de opiniões, de valores e comportamentos.
O problema pode estar no modo como se lida com o conflito. Alguns, encaram de
frente, mas não sem sofrimento e nem dificuldades. Tanto que às vezes, torna-se
muito complicado “segurar a barra” sozinho. Outros recuam e embarcam nos sonhos
dos outros durante toda uma vida - o que por si só, não é um problema também, depende
de como a pessoa se vê nesse lugar; Mas há aqueles que não encaram e nem recuam,
estes estão parados no mesmo lugar.
Não se permitem dar um passo à frente, e
nem aceitam recuar. Estão paralisados na linha de combate! Ou seja, na linha de
conflito. Utilizando-se da metáfora da guerra, paralisar-se na linha de combate,
é complicado e perigoso, pois você sofre ataque tanto dos “inimigos” quanto dos
“aliados”.
Não
é à toa que as pessoas usam a palavra “sonho” para falar de um grande desejo na
vida. A representação de um sonho traz consigo a ideia de dificuldade e até de impossibilidade
de realização para o momento em que se sonha. Por isso mesmo é tão difícil acreditar
quando um sonho acontece ou se realiza. Os sonhos são pessoais; mesmo os
semelhantes, possuem representações individuais. Desse modo, talvez não se
trate da existência de um sonho fora do padrão, mas sim de uma representação de
sonho fora do contexto do seu significado.
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Sofrer por amor: Porque é tão difícil aceitar que acabou?
Viver um relacionamento não é tarefa fácil. Conhecer e conviver com as diferenças pode ser uma tarefa árdua e até insuportável, tanto que alguns preferem dar um basta a ter que lidar com os problemas consequentes do relacionamento. Contudo, quando se chega a esse ponto, não é sempre que os parceiros chegam ao consenso de que “o fim” é a melhor alternativa.
Inúmero são os motivos que podem fazer com que uma pessoa não aceite o fim de um relacionamento: há casos onde o ex-parceiro só consegue passar a investir na relação quando está prestes a perder o companheiro, daí a dificuldade em aceitar o fim; há outros em que a questão maior é a dificuldade de lidar com a interpretação de que o “não” do parceiro significa rejeição; em casos extremos não se aceita “o fim” por nutrir uma relação de posse ou dominação sobre o outro. O que esses casos têm em comum é a presença da dificuldade de lidar com a frustração.
É importante frisar que em geral, a raiz do problema se concentra nas questões pessoais do indivíduo que não aceita o término, porém, não podemos ignorar que para ser um relacionamento é necessária também a participação de uma outra pessoa. Isto é, os relacionamentos são construções entre indivíduos. Um relacionamento problemático ou corrosivo não se constrói sozinho, para se constituir como tal, é necessária a implicação das duas partes.
Aceitar um término é difícil por envolver sentimentos, crenças, valores e expectativas, porém isso não impede que alguns limites sejam preservados no que se refere ao próprio bem estar psicológico individual dos parceiros. A perda do respeito mútuo pode ser considerada um dos principais indicadores de que as coisas não estão bem. Essa perda de limite pode se revelar de várias formas, desde a invasão de privacidade até a presença de agressões verbais e físicas.
Respeitar a decisão do parceiro ou parceira não é uma opção, mas sim uma necessidade do relacionamento. Ninguém precisa aceitar nem concordar com as decisões e pensamentos das outras pessoas, mas precisa saber respeitá-las.
Um relacionamento saudável pode ter problemas desde que não falte diálogo. A ausência de diálogo é um indicador de que as coisas não estão bem e ainda podem ficar piores. O diálogo é o fundamento para qualquer relacionamento. Quando não há diálogo não dá para saber quais são os projetos ou expectativas; o que faz feliz ou triste; o que incomoda ou satisfaz; o que agrada ou traz desgosto; o que perturba ou tranquiliza; o que faz rir ou chorar; o que traz luz ou escuridão. Nesse monte de interrogações, como é possível se relacionar?
Só há um jeito de se ter acesso aos pensamentos e sentimentos de uma pessoa: através do diálogo. Se o outro não fala, ou se fala e você não escuta; não há troca, não há compartilhamento, consequentemente, não dá para saber como se colocar na relação, e finalmente, não há relacionamento, mas sim, um compartilhamento de espaço.
Inúmero são os motivos que podem fazer com que uma pessoa não aceite o fim de um relacionamento: há casos onde o ex-parceiro só consegue passar a investir na relação quando está prestes a perder o companheiro, daí a dificuldade em aceitar o fim; há outros em que a questão maior é a dificuldade de lidar com a interpretação de que o “não” do parceiro significa rejeição; em casos extremos não se aceita “o fim” por nutrir uma relação de posse ou dominação sobre o outro. O que esses casos têm em comum é a presença da dificuldade de lidar com a frustração.
É importante frisar que em geral, a raiz do problema se concentra nas questões pessoais do indivíduo que não aceita o término, porém, não podemos ignorar que para ser um relacionamento é necessária também a participação de uma outra pessoa. Isto é, os relacionamentos são construções entre indivíduos. Um relacionamento problemático ou corrosivo não se constrói sozinho, para se constituir como tal, é necessária a implicação das duas partes.
Aceitar um término é difícil por envolver sentimentos, crenças, valores e expectativas, porém isso não impede que alguns limites sejam preservados no que se refere ao próprio bem estar psicológico individual dos parceiros. A perda do respeito mútuo pode ser considerada um dos principais indicadores de que as coisas não estão bem. Essa perda de limite pode se revelar de várias formas, desde a invasão de privacidade até a presença de agressões verbais e físicas.
Respeitar a decisão do parceiro ou parceira não é uma opção, mas sim uma necessidade do relacionamento. Ninguém precisa aceitar nem concordar com as decisões e pensamentos das outras pessoas, mas precisa saber respeitá-las.
Um relacionamento saudável pode ter problemas desde que não falte diálogo. A ausência de diálogo é um indicador de que as coisas não estão bem e ainda podem ficar piores. O diálogo é o fundamento para qualquer relacionamento. Quando não há diálogo não dá para saber quais são os projetos ou expectativas; o que faz feliz ou triste; o que incomoda ou satisfaz; o que agrada ou traz desgosto; o que perturba ou tranquiliza; o que faz rir ou chorar; o que traz luz ou escuridão. Nesse monte de interrogações, como é possível se relacionar?
Só há um jeito de se ter acesso aos pensamentos e sentimentos de uma pessoa: através do diálogo. Se o outro não fala, ou se fala e você não escuta; não há troca, não há compartilhamento, consequentemente, não dá para saber como se colocar na relação, e finalmente, não há relacionamento, mas sim, um compartilhamento de espaço.
sexta-feira, 17 de abril de 2015
Publicação do livro: "Decodificação da comunicação não-verbal e teoria da mente. Uma proposta metodológica para investigação dinâmica da teoria da mente a partir do uso de cenas de filmes".
É com muito orgulho que divulgo a publicação da minha dissertação de mestrado no formato de livro!
Este trabalho teve como objetivo principal a construção de uma proposta metodológica para o estudo integrado dos componentes socioperceptivo e sociocognitivo da teoria da mente. Discute-se sobre a importância de se realizar investigações qualitativo-descritivas sobre a teoria da mente de modo a revelar novos indicativos do processamento dessa capacidade. Os métodos empregados atualmente para sua investigação, além de serem muito distantes das situações reais sob as quais os participantes necessitam construir uma teoria sobre a mente dos outros, empregam tarefas muito limitadas no que se refere ao seu potencial investigativo, pois consideram aspectos isolados do seu funcionamento como as representações mentais de primeira e segunda ordens; a atribuição de crença falsa; etc, o que contribui para a construção de uma ideia de fragmentação e não de unidade sobre o constructo. Assim, a estruturação da tarefa de decodificação dos sinais não verbais é uma tentativa de se contribuir para a construção de um paradigma que permita uma análise integrada dos componentes perceptivos e cognitivos da teoria da mente, possibilitando a análise das dimensões cognitiva e afetiva da teoria da mente.
Maiores informações: glendapratti@gmail.com
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terça-feira, 10 de março de 2015
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