sexta-feira, 10 de fevereiro de 2023

Sobrepeso: O que o corpo quer dizer?


Data: 11/02/2023

Oficina terapêutica (Sábado)

De 9h às 12h

Público alvo: adultos 


Compreender o que significa para cada pessoa ter o corpo em sobrepeso e os sentimentos e pensamentos envolvido a essa condição é uma etapa fundamental para identificar quais cuidados são importantes para encontrar o reequilíbrio. 


Sendo assim, por meio de dinâmicas ao ar livre, a presente oficina convida os participantes a discutirem sobre as circunstâncias que convocam os corpos à responderem com sobrepeso, refletindo não só sobre o próprio corpo, mas também sobre os modos de existência para os quais submetemos nossos corpos.


Data: 11/02 

Valor: 120 Reais 

Inscrições via whatsap: 27 998180748

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#sobrepeso #oficinaterapeutica #obesidade #psicologia #psicanálise #atendimentopsicologico

segunda-feira, 16 de janeiro de 2023

Evento


 Data: sábado 28/01/2023

Horario: 9H

Inscrições por whatsap: 27998180748

Valor por participante: 120 Reais.


Retorno das oficinas terapêuticas de 2023 está marcado para sábado dia 28 de janeiro!


A presente oficina temática será voltadas para pais e mães e será realizada com o objetivo de estimular o exercício da empatia na educação e orientação de nossos filhos. 


Quando nos tornamos pais, muitas vezes esquecemos que já fomos criança um dia e acabamos focando nas expectativas sociais para o desenvolvimento de habilidades e competências para que a partir desses recursos, eles se tornem adultos de sucesso no futuro. Dessa forma, não é raro negligenciar "COMO" estamos estimulando esse desenvolvimento. 


É fato que nem sempre recurso financeiro, habilidades e inteligência são suficientes para que alguém se torne um adulto saudável psicologicamente e se sinta bem sucedido. A cada dia notamos aumentar o número de pessoas que se tornam dependentes de medicação, naturalizando assim, o uso de remédios para a manterem suas rotinas e conseguirem dar conta das várias demandas sociais as quais estão submetidos. 


Para reduzir a necessidade de uso dependente de medicação, o desenvolvimento de recursos emocionais e psicológicos desde a infância é fundamental para que a criança possa crescer aprendendo gradativamente a lidar com as adversidades da vida de forma autônoma e saudável. Sabemos que esse aprendizado começa dentro de casa. 


Assim, refletir sobre o modo como nos colocamos enquanto pais no processo de educação de nossos filhos se faz uma etapa necessária para avaliamos nossas crenças e cuidados parentais. Desse modo, a presente oficina terapêutica é um convite para discutir e avaliar de maneira lúdica de que forma estamos estimulando o desenvolvimento emocional e psicológico de nossos pequenos.


Data: 28/01/2023

Horario: 9H

Valor por participante: 120 Reais.

Maiores informações pelo whatsap: 27998180748 (Glenda)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

Reflexão


QUEM É VOCÊ?

Esses dias lembrei-me de uma dinâmica simples, muito comum de ser realizada em vários grupos como uma forma de apresentação. Quem nunca teve que falar para um grupo seu nome e o que gosta? Ou ainda, quem nunca teve de responder à pergunta: "Quem sou eu?".

Parece algo simples de se fazer, afinal, falar de si não deveria ser algo dificil, pois, teoricamente, cada um conhece bem a si mesmo. No entanto, muitas pessoas sentem pavor em responder a perguntas como essas. Embora a timidez possa ser um fator importante que contribui para a dificuldade para falar de si a um público, ela não é determinante em grande parte dos casos. 
Falar sobre quem somos ou do que gostamos pode ser uma tarefa difícil por implicar, dentre outras coisas, em falar também de forma indireta sobre a nossa identidade, afinidade, motivações, sentidos, valores, escolhas e satisfações.

Se esses pontos não estiverem claros ou fizerem sentido para nós mesmos, tendemos a nos sentir inseguros e frágeis em assumir frente ao outro o que construímos ou vivemos até então. Dessa forma, é possível experimentar incômodos, constrangimento, sentimento de inadequação, incapacidade ou vazio; tornando a tarefa algo extremamente desgastante.

Algumas pessoas chegaram até mim justamente pelas questões que surgiram a partir dessa experiência de estranhamento diante da própria reação nas situações que pediam para falar ou escrever sobre si mesmo. Afinal, se na nossa vida não conseguirmos falar sobre nós mesmos, conseguiremos falar sobre o quê?

Glenda Almeida Pratti
Psicóloga e Psicanalista
CRP16/2363

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

página do instagram

Agora também tenho a minha página profissional no instagram: @glendapsicologapsicanalista

Fiquem à vontade para seguir e compartilhar!



Reposicionar-se


Quando menciono sobre se reposicionar vida, muitas pessoas me perguntam como seria isso. Não há uma resposta certa para essa pergunta pois ela é muito singular. Mas basicamente se reposicionar implica em se situar na vida levando em consideração o seu momento presente: o quanto você já caminhou, onde se quer chegar e quanto caminho ainda precisa percorrer para chegar onde você quer. 

No entanto, observo que na maioria dos casos, quando há dificuldade em fazer esse movimento, o problema está em não ter clara uma diferenciação entre: 1) O que é importante; 2) O que é necessário; e 3) O que se quer.

Embora pareça uma diferenciação simples em um primeiro olhar, na prática, quando tentamos colocar em palavras o que pensamos não é tão simples assim.

Cada pessoa atribui desejo, necessidade e nível de importância a coisas diferentes, conforme sua história de vida e desenvolvimento. Nesse sentido, o que pode ser importante para um, pode não ser para outro. Até aí tudo bem! O problema começa quando passamos a confundir o que pensamos ou sentimos com aquilo que padrões, demandas sociais e expectativas de terceiros nos dizem sobre nós mesmos. Podendo assim, passar a vida tentando sanar necessidades que não temos, desejando o que não queremos e dando importância ao que nos é supérfluo.

Nesse sentido, o sofrimento psicológico é um indicador de que as coisas estão desorganizadas e desorientadas. Assim, um novo posicionamento frente a vida pode ser necessário.


Glenda Almeida Pratti

Psicóloga 

CRP 16/2363


segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Reflexão

SOBRE A VDA

Quando descobrir que viver
é o que lhe acontece a todo momento
inclusive já!
Sua relação com o tempo
Irá mudar.

Quem faz essa descoberta
Aprende
a dormir e a acordar
todos os dias diferentes.

___Glenda Almeida Pratti

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

AUTOCUIDADO E ALIMENTAÇÃO


AUTOCUIDADO E ALIMENTAÇÃO

A relação que temos com a nossa alimentação revela muito do nosso modo de funcionamento na vida. Funcionamentos muitas vezes tóxicos, destrutivos, exagerados, expansivos, eufóricos, compulsivos, desequilibrados, restritivos, mecânicos, apáticos, tristes.

Algumas pessoas se relacionam com o alimento a partir das regras "dos outros"; em outras palavras, não se alimentam; apenas "colocam para dentro" o que julgam extremamente necessário para garantir sua sobrevivência. Há aqueles que vêem no alimento um jeito de se anestesiar das próprias angústias, medos e frustrações; outros, por sua vez, consideram a alimentação, assim como o sono ou as necessidades fisiologicas, um transtorno  que toma o tempo que poderia ser utilizado em outras atividades como o trabalho. Essas pessoas "seguram" suas necessidades até o limite do suportável, mantendo assim, um processo diário de sofrimento ao próprio corpo. Já outros, em contrapartida, vêem na alimentação uma grande fonte de prazer, tanto que experimentam grande dificuldade em colocar um limite no propriocomportamento de comer.

O que há em comum entre todos esses exemplos é a dificuldade que essas pessoas possuem de se relacionar consigo mesmo, e consequentemente, de manifestar o autocuidado a partir do afeto voltado para si.

A respeito do sobrepeso, muitas vezes difunde-se uma "ideia de necessidade de controle" quando a questão muitas vezes é de dificuldade de contato/afeto:
Dificuldade de contato com o alimento propriamente dito; dificuldade de contato com a representação emocional que a alimentação assume na relação com o outro;
Dificuldade no contato com a demanda do outro; dificuldade de contato com as próprias demandas.

Assim, não é raro ouvir relato de pessoas que mesmo após dietas bem sucedidas ou realização de cirurgias bariátricas  desenvolvam processos depressivos ou comportamento compulsivo em relação ao álcool ou outras substancias; como um sistema de substituição sintomática. Nesses casos, fica claro que a questão não era os maus hábitos alimentares, "relaxo" ou falta de controle; mas sim algo muito mais profundo.

Nesse sentido, a comida pode estar ocupando um lugar e função específicos na vida dessa pessoa, de modo que, promover o rompimento ou o deslocamento abrupto dessa relação pode ser extremamente grave e desorganizador do ponto de vista psicológico.

Por isso, antes da adesão a dietas radicais, intervenções invasivas para redução de peso, ou mesmo a culpabilizacao pelo insucesso na redução de medidas, faz- se importante, como uma demonstração de cuidado, atenção e gentileza com o próprio corpo e sentimentos, buscar um lugar onde a fala, os sentimentos, emoções envolvidos no processo de obtenção do sobrepeso possam ser acolhidos e compreendidos sem julgamentos.

Dificilmente conseguimos encontrar uma solução para um problema quando não compreendemos o contexto problemático que faz com que uma situação assuma esse lugar em nossa vida. Assim, compreender o nosso lugar na constituição e manutenção do problema o qual enfrentamos, é sempre o passo fundamental que leva a produção de um caminho no sentido da solução.
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@glendaalmeidapratt
Glenda Almeida Pratti
Psicóloga e Psicanalista
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